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Sobre a Casa do Corretor

Quem Somos

A Casa do Corretor foi criada em 2003, para ser a melhor Corretora no segmento de benefícios de saúde suplementar do mercado. O investimento na formação de profissionais que atuam na consultoria e comercialização de planos de assistência médica e odontológica rendeu frutos, pois hoje somos a melhor corretora neste segmento.

Seriedade, Responsabilidade e Credibilidade são nossos valores e os corretores nosso patrimônio.

Aqui todo profissional de vendas é bem vindo e terá uma Equipe altamente capacitada para atendê-lo.

Porque escolher a Casa do Corretor

  • 10 Unidades de vendas para melhor atender aos clientes.
  • Pós vendas pró-ativo e equipes de suporte ao corretor.
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A Casa do Corretor é a maior corretora especializada em venda de planos de saúde. Com mais de 12 anos de experiencia no mercado, possuímos corretores capacitados e com vasta experiência que são treinados pelas próprias operadoras e seguradoras de Saúde.Este treinamento, que é constante,nos propicia um atendimento diferenciado, levando aos nossos clientes informações precisas e atualizadas, para auxilia-los na escolha certa do seu plano de saúde.

Antes de contratar seu plano de saúde, solicite uma cotação conosco e conheça o diferencial da Casa do Corretor.Poder contar com os melhores profissionais do mercado faz toda a diferença na hora de contratar seu plano de saúde.

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Notícias

Usuários terão 21 novos procedimentos cobertos por planos de saúde

A partir de janeiro de 2016, os beneficiários de planos de saúde individuais e coletivos terão direito a mais 21 procedimentos, incluindo exames laboratoriais, além de mais um medicamento oral para tratamento de câncer em casa e ampliação do número de consultas com fonoaudiólogo, nutricionistas, fisioterapeutas e psicoterapeutas.

A medida é resultado do processo de revisão periódica do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, que contou com reuniões do Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde (COSAÚDE) e de consulta pública realizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e vai beneficiar 50,3 milhões de consumidores em planos de assistência médica e outros 21,9 milhões de beneficiários com planos exclusivamente odontológicos.

Entre as novidades do novo Rol de Procedimentos estão: o implante de Monitor de Eventos (Looper) utilizado pra diagnosticar perda da consciência por causas indeterminadas; implante de cardiodesfibrilador multissítio, que ajuda a prevenir morte súbita; implante de prótese auditiva ancorada no osso para o tratamento das deficiências auditivas; e a inclusão do Enzalutamida medicamento oral para tratamento do câncer de próstata, entre outros procedimentos.

Para o diretor-presidente da ANS, José Carlos de Souza Abrahão, umas das vertentes da sustentabilidade no setor de saúde suplementar é o braço assistencial. “A saúde é um processo em franca evolução. Temos sempre novas tecnologias em constante avaliação. Por isso, a inclusão de novos procedimentos no Rol da ANS é uma conquista da sociedade. Esse Rol é estudado, acompanhado e revisado a cada dois anos”, disse Abrahão.

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AMPLIAÇÃO – Além de inclusões, a ANS ampliou o uso de outros procedimentos já ofertados no rol da agência. Entre os quais, a ampliação do tratamento imunobiológico subcutâneo para artrite psoriásica e a ampliação do uso de medicamentos para tratamento da dor como efeito adverso ao uso de antineoplásicos. Também houve aumento do numero de sessões com fonoaudiólogo, de 24 para 48 ao ano para pacientes com gagueira e idade superior a sete anos e transtornos da fala e da linguagem; de 48 para 96, para quadros de transtornos globais do desenvolvimento e autismo; e 96 sessões, para pacientes que se submeteram ao implante de prótese auditiva ancorada no osso. Vale destacar ainda a ampliação das consultas em nutrição, de seis para 12 sessões, para gestantes e mulheres em amamentação. Além da ampliação das sessões de psicoterapia de 12 para 18 sessões; entre outros.

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CONSULTA PÚBLICA – Na nova revisão do rol de procedimentos e eventos em saúde, chamou a atenção a grande participação dos consumidores na consulta pública realizada entre 19/06/2015 a 18/08/2015. Foi um total de 6.338 contribuições online, sendo 66% de consumidores, 12% de prestadores de serviços e 9% de operadoras de planos de saúde.

Para esta revisão, a ANS instituiu o Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde (COSAÚDE), que contou com a participação de órgãos de defesa do consumidor, ministérios, operadoras de planos de saúde, representantes de beneficiários, de profissionais da área de saúde, de hospitais, entre outros.

A Resolução Normativa editada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre o novo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde será publicada nesta quinta-feira (29/10) no Diário Oficial da União. A medida é válida para consumidores com planos de saúde de assistência médica contratados após 1º de janeiro de 1999 no país e também para os beneficiários de planos adaptados à Lei nº 9.656/98.

Confira a apresentação.

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– Fonte: http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/sobre-a-ans/3035-usuarios-terao-21-novos-procedimentos-cobertos-por-planos-de-saude#sthash.PIH12R0I.dpuf

Qual a maneira mais saudável e eficiente de clarear os dentes?

Os tratamentos para clarear os dentes não são poucos: fitas, soluções para bochecho, gel e pastas vendidas nas farmácias, tratamentos feitos em consultório e moldes adquiridos no dentista para serem usados em casa. Todos esses métodos funcionam, embora alguns exijam paciência, e outros, resistência à dor. Além disso, os resultados são apenas temporários.

Os procedimentos de clareamento oferecidos pelos dentistas tendem a ser mais rápidos que os vendidos nas farmácias, pois possuem altas concentrações de peróxido de hidrogênio, um agente descolorante presente em muitos clareadores. A probabilidade de ocorrência de efeitos colaterais, como sensibilidade dos dentes e irritação da gengiva, aumenta com o aumento da concentração da substância.

Os tratamentos mais agressivos não são necessariamente os mais eficientes. Um experimento randomizado com 90 pacientes descobriu que o clareamento feito em casa com moldes e gel com concentração de 10% de peróxido de carbamida e duração de duas semanas ofereceu o mesmo grau de clareamento que duas aplicações no dentista com concentração de 35% de peróxido de hidrogênio e feixe de luz – usado por alguns profissionais por causa de sua suposta capacidade de ativar os agentes clareadores.

Alguns dentistas também usam calor ou lasers para ativar os agentes clareadores. Todavia, uma análise sistemática de evidências publicada em 2007 no periódico “Dental Materials” não encontrou benefícios extras para o uso de calor, luzes ou lasers e sugeriu que esses métodos “talvez gerem efeitos colaterais para a polpa” – o tecido macio que fica no interior do dente. Caso a polpa seja danificada, o dente pode precisar de tratamento de canal.

Também é possível que o calor e a fonte de energia ativadora desidratem os dentes, fazendo com que pareçam mais brancos. O dente pode demorar semanas para se reidratar e escurecer um pouco.

O dr. Ronald D. Perry, diretor do Centro Gavel de Estudos da Restauração, da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade Tufts afirmou que, de um modo geral, “a ação da luz é nula, mas o marketing que exista por detrás é grande”.

Antes de um tratamento de clareamento, mesmo que feito em casa, é necessário que o dentista avalie se as obturações e coroas estão bem fechadas, para evitar reações de dor causadas pelo peróxido.

Em uma análise de estudos sobre clareamento dental realizada em 2014, o professor Clifton Carey da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Colorado avisou que as obturações que são feitas da cor do dente podem ficar mais amareladas e permanecer assim após o uso de clareadores caseiros. A cor dos dentes também pode destoar se eles ficarem mais brancos que a obturação.

Nem todas as manchas são iguais. Elas podem ser causadas por fatores externos: substâncias como vinho, café, Coca-Cola e fumo e o clareamento é eficaz nesses casos. O envelhecimento é outro culpado, uma vez que o esmalte fica gasto e a dentina, que é mais amarelada e está sob ele, torna-se visível. O clareamento também funciona nos dentes envelhecidos.

Infelizmente, é difícil determinar a duração dos resultados de um clareamento. Os dentes de uma pessoa que fez clareamento e toma vinho tinto todas as noites pode voltar a manchar em um ou dois meses.

Fonte: www.uol.com.br

Estudo mostra que dieta mediterrânea reduz incidência de câncer de mama

Classificada como um dos modelos mais saudáveis de alimentação, a dieta mediterrânea teve ação comprovada para a redução de incidência de câncer de mama, segundo um estudo da Universidade de Navarra, na Espanha, que avaliou 4.282 mulheres entre 60 e 80 anos.

Durante a avaliação, que durou seis anos, as mulheres foram divididas em três grupos: o primeiro fez a dieta mediterrânea suplementada com azeite de oliva extravirgem, o segundo fez a dieta mediterrânea suplementada com oleaginosas e o terceiro recebeu uma dieta com recomendação para reduzir o consumo de gorduras.

A pesquisa, intitulada Predimed (Prevención com Dieta Mediterránea), foi publicada no mês passado na revista científica da área médica Jama.

A redução da incidência de câncer de mama foi de 62% no primeiro grupo. Entre todas as participantes, foram diagnosticados 35 casos da doença no período.

“Esse foi o primeiro estudo desenhado com tamanho adequado e que conseguiu quantificar o benefício da dieta mediterrânea. Isso comprova também a parte tradicional e recomendada de não fumar, ter baixo peso e boa alimentação”, explica o oncologista do Instituto do Câncer Mãe de Deus, Stephen Stefani.

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/estudo-mostra-que-dieta-mediterranea-reduz-incidencia-de-cancer-de-mama-261020151

Os impostos dos Planos de Saúde.

A carga tributária sobre os planos de saúde, e porque o cidadão paga esta conta novamente.

O sistema tributário brasileiro é o mais caro e complexo do mundo, sendo composto por uma quantidade enorme de impostos, taxas e contribuições, muita legislação e burocracia e ainda, o efeito cascata dos tributos.

Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, foram editadas 320.343 normas tributárias, cerca de 46 novas legislações a cada dia útil dos últimos 26 anos, gerando grande impacto e onerando significativamente a fabricação de produtos, a circulação de mercadorias e a prestação de serviços. As empresas gastam quase R$ 100 bilhões ao ano somente para cumprir um número excessivo de obrigações acessórias.

As múltiplas incidências tributárias, ou efeito cascata, fazem com que o tributo incida diversas vezes sobre um mesmo produto ou serviço e resulta ainda, absurdamente, no fato do PIS e da Cofins, que são tributos federais, incidirem sobre o ICMS, tributo estadual, e vice-versa.
Com uma elevada carga tributária brasileira de 36% do PIB, muito se paga em tributos, mas a contrapartida do Estado não é equivalente à enorme arrecadação, pois os serviços públicos são, em grande parte, deficientes. A necessidade de uma reforma tributária é unânime, conforme exposto pelos partidos políticos na recente campanha presidencial.

Apesar de a Constituição Federal consagrar em seu art. 6º que a saúde é um dos direitos fundamentais sociais e o artigo 196 estabelecer que a saúde é direito de todos e dever do Estado, é notória a precariedade do sistema público de atendimento.

Para suprir as deficiências públicas quanto a um melhor sistema de saúde, a iniciativa privada opera planos de saúde individuais e coletivos, prestando relevantes serviços à coletividade, mediante o pagamento de mensalidades.

As empresas de medicina de grupo cumprem papel decisivo no mercado de saúde suplementar, destacando-se no atendimento da sua clientela e proporcionando aumento da qualidade de vida do cidadão.

Apesar do crescimento da receita dessas empresas ao longo dos últimos anos, passando de um faturamento anual de R$ 19,6 bilhões em 2009 para R$ 31,5 bilhões em 2013, também a sua carga tributária se elevou no mesmo período, de 25,62% em 2009 para 26,68% em 2013. Ressalte-se que a lucratividade foi reduzida significativamente nesses cinco anos. Em 2009, era de 1,61% e em 2013, caiu para 0,38% sobre o faturamento bruto.

A forte queda da lucratividade deveu-se ao aumento das despesas assistenciais, como materiais, próteses e órteses, medicamentos de alta complexidade, consultas, exames e gastos hospitalares.

Os planos de saúde suplementar assumem custo direto e indireto dos tributos. A carga tributária direta é a incidente sobre o faturamento, folha de pagamento, patrimônio e lucro, enquanto a indireta é formada pelos tributos embutidos nas despesas assistenciais, acrescidos dos tributos gerados pelos funcionários e terceirizados.

O índice de carga tributária direta e indireta, que atingiu 26,68% do faturamento das empresas em 2013, é extremamente elevado para essa natureza de atividade: de cada R$ 100,00 de faturamento das empresas de medicina de grupo, os governos arrecadam R$ 26,68 a título de impostos, taxas e contribuições. A arrecadação tributária sobre os planos de saúde operados por estas empresas foi de mais de R$ 8,4 bilhões em 2013.

Em comparação com outras atividades, nota-se a disparidade de cargas tributárias. Os setores agrícola e pecuarista carregam a menor tributação, de 15,24%, seguido do sistema financeiro, no qual a carga tributária equivale a 15,59%. Já as empresas do segmento siderúrgico estão sujeitas a uma tributação de 19,86%, enquanto incidem sobre os serviços profissionais 21,07% de tributos e sobre a construção civil pesada, em torno de 18%.

Os serviços de saneamento têm 16,55% de tributos, ao passo que no pedágio, este percentual é de 17,14%. A tributação é de 18,21% sobre os itens que compõem a cesta básica, 21,87% na educação e 18,34% nos serviços de lazer e entretenimento.

Neste cenário, mesmo sendo essencial para promover a qualidade de vida do cidadão, visto que o Estado não supre esta necessidade, os planos de saúde operados por empresas respondem pela maior tributação entre os serviços e produtos que visam assegurar o bem-estar da sociedade e o desenvolvimento econômico do país.

Esta tributação irracional significa que o governo se apropria de mais de três mensalidades pagas por ano pelo cidadão aos planos de saúde suplementar a título de impostos, taxas e contribuições.Com o intuito de proporcionar maior acesso da população aos planos de saúde, é necessária uma redução do ônus tributário, ou seja, das alíquotas ou bases de cálculo ou até mesmo isenções tributárias.

De maneira direta, faz-se imprescindível uma redução do PIS e da Cofins incidentes sobre o faturamento, seja através da ampliação dos créditos de insumos ou por meio da isenção. De maneira indireta, por meio da redução das alíquotas de PIS, Cofins e ICMS incidentes sobre os serviços hospitalares, equipamentos, materiais, medicamentos etc, bem como a desoneração da folha de pagamento dos hospitais, gerando uma redução da contribuição ao INSS.

A diminuição da carga tributária direta e indireta sobre os planos de saúde é medida de justiça e inteligência para possibilitar maior acesso do cidadão a esse importante serviço.

Por Gilberto Luiz do Amaral*
*Gilberto Luiz do Amaral é presidente do Conselho Superior e coordenador de Estudos do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

FONTE: Abramge

Cartilha da ANS sobre cartões

Modalidades não podem ser confundidas com planos de saúde. Para dar cada vez mais poder de decisão consciente ao consumidor, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está lançando uma cartilha com informações sobre os cartões de desconto e cartões pré-pagos para serviços de saúde.